Ele esteve no cotidiano e nas férias de várias famílias brasileiras e ficou tanto no coração que virou estrela de música.

Curiosidades sobre carros antigos: Saiba mais sobre a Brasília

Hoje é dia de celebrar um dos carros mais queridos das décadas de 1970 e 1980. Ele esteve no cotidiano e nas férias de várias famílias brasileiras e ficou tanto no coração que virou estrela de música. Estamos falando da Brasília.

É um carro tão brasileiro, mas tão brasileiro, que teve seu nome em homenagem à capital. Que nome seria melhor para batizar o primeiro carro da Volkswagen produzido no Brasil, em 1973?

Mas, antes de falar da Brasília, que é uma paixão da juventude, vamos falar da sua paixão recente: o seu carro atual. Além de cuidar dele com a manutenção e aquela limpeza habitual, é importante mantê-lo seguro. E você pode fazer isso com a ajuda da tecnologia.

O Autotrac One Carro dá segurança absoluta para o seu carro. Com ele, você não só consegue saber sempre onde seu xodó está, por conta da tecnologia de rastreadores, mas também pode conferir sua posição e velocidade direto do celular. Além disso, a Autotrac ajuda você por meio dos serviços 24 horas por dia de Pronta Resposta e Auxílio à Vítima de Crime. Entre em contato e proteja sua paixão!

Design moderno

Alcançar o posto de um dos carros preferidos dos brasileiros não foi fácil, pois a Brasília concorreu diretamente com outros que fizeram história, como o Chevette, o Maverick, o Dodge 1800 e o Fiat 147. Mas ela conquistou tanto jovens quanto famílias. O ótimo espaço interno fazia caber até cinco pessoas.

Para fazer jus ao nome, o design tinha que ser moderno como a nova capital brasileira (que à época tinha apenas 13 anos), mas com a força e a vitalidade do Fusca, que já era um sucesso. Os traços retos, mas com linhas que suavizavam o estilo, eram o desenho perfeito para traduzir esse sentimento.

Além disso, outros detalhes marcaram e ainda marcam o estilo da Brasília. O principal eram as entradas de ar nas laterais, que serviam para a refrigeração do motor, mas deram um toque estético único. Os quatro faróis redondos e o para-choque de lâmina cromada davam a “cara” do carro moderno e urbano.

O motor fazia de 0 a 100 km/h em 23 segundos. Mas o que faltava em aceleração sobrava em economia de combustível. O carro tinha um volante grande e havia garantia de boa estabilidade nas curvas. Era mais moderno até que a Variant, que também era uma paixão nacional. Era mais fácil de manobrar e ágil no trânsito.

Curta produção

Apesar de estar eternizado, sua produção mesmo foi curta, de 1973 a 1982, quando passou a ser substituído pelo Gol. O plano das montadoras da época era lançar carros com “famílias”, ou seja, o mesmo modelo, mas com diferentes opcionais, como é até hoje.

A Brasília era construída sobre a plataforma derivada do Fusca, com tração traseira, quatro cilindros opostos e motor refrigerado a ar e posicionado na parte traseira do veículo. Ao longo dos anos, o veículo sofreu poucas alterações, e por isso sua imagem se solidificou no imaginário popular. Mesmo assim, trouxe pequenas novidades.

Em 1974, trouxe um novo carburador simples, que aumentou a potência para 65 cavalos. Em 1976, foi lançado o painel que imitava madeira, o porta-luvas com tampa e um novo desenho do estofamento. Em 1979 vieram os apoios de cabeça e novas cores. Nos anos 1980, por conta da crise do petróleo, foram lançados os motores a álcool.

Mesmo caindo no gosto popular, um detalhe sempre frustrava os proprietários: o pequeno espaço para malas, embaixo do capô. Por isso, a solução brasileira que virou moda em seguida foi levar a bagagem no teto.

Depois de saber todos os detalhes da Brasília, agora dá para entender por que ela é tão querida dos brasileiros.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *