O calçado que escolheu para sair pode não ser o ideal para dirigir. Saiba agora quais calçados são e quais não são permitidos por lei.

É permitido dirigir descalço, de chinelo ou de salto?

Você se prepara para ir à praia ou a uma festa. Mas, ao chegar ao seu carro, se vê com o seguinte problema: o calçado que escolheu para a ocasião pode não ser o ideal para dirigir. O que fazer?

Antes de tudo, vamos explicar quais calçados são e quais não são permitidos por lei para dirigir. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no inciso IV do artigo 252, é proibido todo calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais. A infração é considerada média e dá quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Ou seja, o trecho da legislação já traz uma resposta para uma dúvida constante da população: é permitido dirigir descalço? Sim. Como a legislação não fala sobre isso, não há nenhuma base para punição ou multa para quem dirigir descalço.

No entanto, é preciso salientar: não é ideal dirigir sem nenhum calçado. Em dias de muito calor, os pedais podem estar quentes, o que gera um desconforto na hora de conduzir o automóvel. É preciso também lembrar que os pés podem suar, o que pode provocar acidentes.

Calçados

Mas vamos aos calçados. O que pode e o que não pode? De longe, as opções mais confortáveis para os condutores são os tênis e as sapatilhas. Eles se fixam perfeitamente no pé e ainda dão aos motoristas a sensibilidade necessária na hora de apertar os pedais.

Para os chinelos e sandálias, existe uma pequena regra: são permitidos desde que haja algum tipo de alça ou tira que os prenda ao calcanhar. Dessa forma, se respeita a lei, pois se mantêm firmemente nos pés.

Se não houver essa proteção, chinelos e sandálias podem se dobrar embaixo do pé ou até mesmo acabar atrás dos pedais. Já pensou precisar frear e perceber que um chinelo não deixa você apertar o pedal?

O salto alto, mesmo com a alça atrás do calcanhar, não é permitido, pois ele compromete a utilização dos pedais. O problema está no ângulo em que o pé fica em relação aos pedais. Em calçados ideais, o motorista conduz com a ponta dos pés. Nos saltos altos, o motorista acabará utilizando a sola do pé, o que atrapalha toda a sensibilidade no uso dos pedais.

Existe uma saída, no entanto. Saltos de, no máximo, quatro centímetros ainda permitem que os pés fiquem em posição ideal. Ou seja, é preciso usar sapatos mais baixos. Se for sair de casa arrumada com um salto bem alto, a dica é deixar uma sapatilha no carro.

Os sapatos fechados também são recomendados, mas existe uma pequena exceção: os de bico fino. A ponta do calçado também pode atrapalhar o uso dos pedais.

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