Qual você considerar ser o de maior sucesso, o Piquet empreendedor ou o Piquet piloto? Saiba como o tricampeão se reinventou depois que parou de correr.
Piquet vs Piquet

Piquet Empreendedor x Corredor. Qual o Piquet de Maior Sucesso?

A história de Nelson Piquet, corredor genial de Fórmula 1, tricampeão mundial, de personalidade forte, todos já conhecem. Agora, você conhece o Piquet empreendedor, o empresário de sucesso, aquele que conseguiu utilizar o aprendizado das pistas na vida pós Fórmula 1 de um jeito diferente do usual? A reportagem da Época Negócios de maio/2014 fala disso. Se você não conhece, você vai gostar de saber.

Essa análise não trata da participação de Piquet na invenção, aprimoramento ou desenvolvimento, na Fórmula 1, de:

  • Reabastecimento no pit stop,
  • Aquecedor de pneus,
  • Balanço de freios,
  • Suspensão ativa,
  • Motores turbo, dentre outros.

Cuidamos aqui do empreendedor, eternamente insatisfeito com o que já conquistou, do empresário com um impulso incontrolável de seguir criando, inovando, aprimorando e partindo para o próximo desafio.

Atletas, jogadores e corredores tendem a parar suas atividades e permanecer em seus esportes, trabalhando como treinadores, diretores, apoiadores, enfim, passando a desenvolver atividades técnicas ou administrativas. Isso é o caminho normal. Piquet até faz isso, mas apenas com os filhos que seguiram sua carreira. Já a visão empresarial de Nelson foge um pouco do padrão. Ele adaptou o aprendizado da F1, necessário ao bom desempenho de sua atividade, para usos fora das pistas. E, com essa sacada, Piquet foi novamente genial.

Exímio “acertador de carros”, tido por muitos como um dos melhores, Piquet percebeu que as tecnologias de telemetria e monitoramento e a consequente análise dos dados obtidos durante os treinos, fazia toda a diferença nas corridas. Em um esporte onde um décimo de segundo pode significar derrota ou vitória, a análise dos números e a obsessão por ajustes e detalhes é uma obrigação. Piquet decidiu, então, levar essa tecnologia para as ruas e criou a Autotrac. 

Em busca de atender às demandas de grandes frotistas, desenvolveu rastreadores para caminhões com comunicação e gerenciamento via satélite. Depois de um início difícil, pois a percepção dos clientes para a importância e possiblidades do serviço demorou mais que o esperado, a Autotrac tornou-se a maior empresa de rastreamento, comunicação e telemetria de frotas do mercado brasileiro, permitindo aos clientes gerir suas operações de forma rápida e simples, assim como diminuir os custos operacionais, número de acidentes e desgaste dos veículos. Se antes se buscava reduzir segundos, agora a busca é por redução de custos.

O “ajuste fino” de Piquet, aplicado à sua empresa, em 20 anos gerou mais de uma dezena de diferentes serviços oferecidos pela Autotrac, que hoje tem mais de 30 mil clientes espalhados por todo o Brasil, mais de 200 mil equipamentos comercializados e um faturamento anual superior a 300 milhões de reais (números de 2013). Muito bom, concorda? Bem, aparentemente, não para Piquet, que agora parte para o varejo, com a criação de linhas de rastreadores para pessoas físicas, nas linhas Autotrac One, para carros e motocicletas, e Autotrac Mini, de rastreadores portáteis.

É disso que trata da excelente reportagem com Piquet na Época Negócios, de maio de 2014. Leia a reportagem e decida qual o melhor Piquet, o gênio dos boxes e das pistas, ou o empresário que, apesar de estabelecido, não perde a chama do empreendedorismo.

Decida e aproveite para conhecer os rastreadores da Autotrac, para carros (One Carro), para motos (One Moto) e portáteis (Mini), desenvolvidos com obsessão de perfeição digna de um campeão. Informe-se de todas as possibilidades e compre já o seu!

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