O antigomobilismo ainda não é um grande investimento no Brasil, apesar de estar caminhando cada vez mais nessa direção. Mesmo assim, para quem gostaria de se aventurar nesse universo único, a Autotrac separou algumas dicas. O caminho mais simples para começar uma coleção pode ser se tornar frequentador de encontro de carros antigos. Estar informado […]
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Encontro de carros antigos: a porta de entrada para um colecionador

O antigomobilismo ainda não é um grande investimento no Brasil, apesar de estar caminhando cada vez mais nessa direção. Mesmo assim, para quem gostaria de se aventurar nesse universo único, a Autotrac separou algumas dicas. O caminho mais simples para começar uma coleção pode ser se tornar frequentador de encontro de carros antigos. Estar informado a respeito de custos também é importante. Confira as sugestões e, quando o assunto for proteção, conte com um rastreador veicular One Carro para acompanhar a raridade que você tanto valoriza.

Quem tem vontade de colecionar carros antigos deve saber que, ao contrário do que acontece em países norte-americanos e europeus, o antigomobilismo ainda não é um mercado totalmente consolidado no Brasil. Por esse motivo, comprar uma relíquia pensando em valorização e lucros pode ser arriscado e, para quem quer começar, o melhor caminho é se inteirar do assunto e se juntar a quem já pratica esse hobby.

Para isso, a primeira grande dica da Autotrac é que você passe a frequentar eventos como encontros de carros antigos, exposições e leilões. O site da Federação Brasileira de Veículos Antigos apresenta uma agenda completa de atividades assim. Confira!

Em um encontro de carros antigos, mais especificamente, você pode conversar com outros colecionadores e com vendedores, se associar a clubes e, quem sabe, até mesmo encontrar o seu primeiro grande xodó.

Do processo de aquisição a opções de proteção e segurança, veja os principais custos para manter uma coleção e o que deve ser levado em conta:

Pesquisa de modelo e preços

O primeiro passo para a compra de um carro antigo é a pesquisa do modelo. Como a indústria é mais do que centenária, existem muitas opções. O segundo, a pesquisa do valor de mercado, que pode partir de R$ 2 mil, por um veículo mais desgastado, por exemplo, e ter o céu como limite.

Para quem quer ter uma coleção, começar com um carro nacional e que não exija restaurações é a sugestão. Assim é mais fácil encontrar um preço razoável e, se for preciso, por qualquer motivo, revender sem ter grandes prejuízos.

Modos de compra

Carros antigos costumam ser comprados de três formas: por meio de vendas diretas, em leilões ou por importação.

A primeira forma requer os mesmos cuidados da compra de automóveis seminovos e usados. Por exemplo: fazer um test drive, verificar se o carro tem algum tipo de pendência no Detran, checar se o veículo sofreu acidentes observando a documentação e diferenças de tonalidade na pintura.

Nos leilões, a principal dica é manter o foco no modelo desejado, não se desvirtuando por causa de outros ofertados, e estipular um valor limite antes mesmo de os lances começarem. Também é bom examinar, antes da disputa, os carros que serão leiloados e ficar atento às regras específicas de cada evento.

No caso da importação, o cuidado deve ser ainda maior. O procedimento é permitido para automóveis com mais de 30 anos de fabricação. No entanto, para obter o licenciamento do veículo, é preciso que ele esteja em perfeitas condições de originalidade e conservação a fim de que, antes, receba o Certificado de Originalidade, que também garante as placas pretas.

No último caso, o pagamento não pode ser feito diretamente ao vendedor no país de origem. Além de depender da emissão de uma Licença de Importação pelo Departamento de Comércio Exterior (Decex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a importação também gera uma série de impostos, que pode fazer o veículo chegar a custar o dobro do valor inicial. Para evitar dores de cabeça, o melhor é procurar a ajuda de um despachante aduaneiro.

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Manutenção

Apesar de mais velhos, automóveis antigos normalmente não geram grandes custos de manutenção, já que costumam ser bem cuidados e não rodam tanto no dia a dia.

Para evitar sustos e rombos no bolso, vale reforçar a dica de escolher um carro que não precise de restaurações, além de fazer uma revisão completa no veículo assim que o adquirir.

Ainda assim, caso a paixão por um automóvel que vai precisar de reparos fale mais alto, não gaste mais com ela do que o valor do carro em si. Evite esse prejuízo!

Seguro e proteção

Por conta do alto valor que um carro de colecionador pode ter e pela dificuldade de reposição de peças, é praticamente impossível conseguir um seguro. Tanto que é difícil encontrar seguradoras que trabalhem com automóveis que tenham mais de 20 anos.

Para garantir a proteção dos seus xodós, o melhor é contar com a ajuda da empresa líder de mercado em tecnologia de rastreamento e monitoramento de veículos. Com a Autotrac, você pode ficar tranquilo e monitorar a localização dos seus itens de colecionador 24 horas por dia, além de ser informado por celular ou tablet caso eles sejam retirados de um local determinado.

O rastreador veicular Autotrac One Carro ainda oferece uma série de serviços exclusivos, como o de Pronta Resposta Nacional e o de Apoio à Vítima de Crime, que podem ser muito úteis para quem tem raridades na garagem.

Saiba mais sobre o One Carro e, na hora de começar a sua coleção, fique atento às dicas da Autotrac. Conheça a linha completa de rastreadores de empresa e acompanhe o que você valoriza!

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